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Queda de fachada de edifício na Av. Silva Gomes


A recente queda da fachada do edifício na foto:


situado na Avenida Silva Gomes em Amora (na Marginal), e da qual a Junta de freguesia, como no Facebook se demonstra, já terá dado conta (clicke aqui para aceder), veio mais uma vez demonstrar a falta de estratégia da gestão da Câmara Municipal do Seixal (CMS) para este tipo de casos.

Sejamos honestos, o mau tempo não terá ajudado, e felizmente não há registo de feridos, pelo que os danos são meramente materiais; ainda assim não é suposto que nos fiemos na sorte para prevenir acidentes por via direta (se cair algo em cima de alguém não será agradável); e/ou por via indireta pelo abalo que poderá causar em edifícios vizinhos (o que despertará naturalmente especial preocupação).
Além disso, temos que para a área envolvente ter prédios em ruínas não será a melhor forma de a valorizar.

Sem querer entrar em alarmismos, mas porque a questão é premente de facto; relembrava estes casosestesmais estes e ainda estes

(quem leu os posts linkados já terá ficado com essa ideia…mas posso relembrar que, e até para além das situações linkadas  há mais casos a precisar de intervenção?)
A segurança de pessoas e bens deve ser uma prioridade!


Agora e sem conceder no que disse anteriormente, é premente pensar nas estratégias a adotar (ou não) no sentido da reabilitação de edifícios, e até que ponto esta temática pode ser importante (se não mesmo vital) para revitalizar centros históricos e valorizar as nossas freguesias e o nosso concelho.

Devia haver festa todo o ano (e em todos os lugares)


Terminou no passado domingo (17 de Agosto) o período de festas populares em Amora. 
Ora, sendo que as próprias festas têm questões organizativas próprias, é visível, e naturalmente positivo verificar que a Autarquia teve algum cuidado adicional no espaço envolvente, onde além de ser visível o facto de terem sido retiradas ervas daninhas na rua, houve intervenção no edifício degradado que se situa junto à rotunda à entrada para o parque de estacionamento do L'ecrec, de que já havia falado devido à queda parcial da respectiva fachada.

Usando a informação recolhida no Facebook da Junta de Freguesia de Amora, posso referir que terá sido  o banco proprietário do imóvel a tratar do arranjo após contacto pela Câmara Municipal do Seixal.

Ora, como dizia e reafirmo a intervenção é positiva (penso que uma solução que permitisse que o imóvel voltasse a ser usado seria preferencial, mas ainda assim ter-se-á resolvido a questão do risco). Convém contudo relembrar que casos destes grassam pelo concelho, a necessidade de intervenções é grande e urge assumir uma politica que permita reabilitar edifícios degradados.

Porque me parece importante co-substanciar as minhas palavras, e a título de mero exemplo, permito me destacar mais alguns casos de edifícios com a estrutura afetada à já bastante tempo, e me parecem merecedores de atenção:

Na Arrentela (e bem visíveis, junto à marginal) relembro este caso:

mas também este:

Aliás, temos aqui até a questão adicional de haver berma mas não um passeio contínuo adequado desse lado da rua, nomeadamente junto aos edifícios nestas fotos.

Igualmente relembro, o conjunto de edifícios em Corroios, junto à estação de serviço da BP:

(não querendo suavizar os anteriores diria que o estado de conservação é tão evidentemente mau que penso dispensar argumentação...)

Novamente na Amora, junto ao Bairro dos Corticeiros (na mesma rua da Casa do Educador do Concelho do Seixal), posso referir mais este caso: 

Há (infelizmente) mais casos, e a necessidade de intervenções é evidente.
Faz falta uma politica de reabilitação mais assertiva e mais atuante!


Nota (adicionado posteriormente):
Tive algumas queixas de as imagens não carregarem totalmente, poderá aceder lhes diretamente:
Edifício próximo à rotunda    Aqui
Arrentela caso 1   Aqui
Arrentela caso 2   Aqui
Corroios    Aqui
Amora       Aqui

Precisa-se de reabilitação no centro histórico de Amora


Não vai sendo novidade, contudo é sempre triste. 

No passado domingo tivemos uma viatura dos bombeiros e a presença do próprio vereador da proteção civil no cruzamento na imagem abaixo, não tive (ainda) confirmação oficial da razão, mas algo salta à vista: a queda do telhado.


Este edifício faz parte de um imóvel onde operava uma fábrica entretanto fechada, e que é vizinho deste caso que já anteriormente levantei (click aqui)

Vamos dedicar alguma atenção a este assunto?
Este edifício, bem como o anteriormente citado, poderia(m) facilmente ser objecto de um conjunto de soluções - recordo aqui, estamos a falar de uma localização no coração do centro histórico de Amora, quem conhece, facilmente pode afirmar que há ali potencial. Pense comigo no imóvel cujo telhado cedeu:
  • é uma área de alguma dimensão (além do(s) edifício(s) há ainda bons espaços a descoberto, que podem ser usados)
  • o imóvel tem diretamente frente de mar (como visível na imagem):
      
É pena o mau estado de conservação.

Focando apenas este, ambos ou o conjunto de edifícios entre os dois, o executivo camarário poderia perfeitamente tentar numa solução viabilizada apenas pela CMS, ou com parceiros privados, recuperar o espaço. 
Aqui poderia perfeitamente ser instalado um hotel ou uma pousada, um espaço de restauração ou simplesmente um jardim, até mesmo (aqui dada a pressão demográfica, bem como a localização priveligiada, não seria a minha solução preferida) uma solução que inclua habitação (eventualmente como contrapartida para o arranjo do espaço envolvente). Juntar várias destas opções, ou outras, numa solução, poderia até ajudar a que se viabilizasse o processo mais facilmente - é também uma discussão interessante.

Adicionalmente, o imóvel cujo telhado cedeu é vizinho de uma curva/cruzamento perigosa(o), que consta na foto inicial, e em que a falta de visibilidade coincide com um estreitamento com supressão de passeio de um lado, e estreitamento do passeio existente do lado oposto - intervir aqui permitiria (também) resolver este (que é mais um) caso problemático da circulação viária no concelho.

(Mais) Edifícios com a estrutura abalada e perigos resultantes


Assim, focando o exemplo de mais um edifício com problemas, neste caso, um imóvel situado na Torre da Marinha (junto à sede do Torrense), e salientando apenas o que é visível a olho nu – parte da parede caiu e está agora sobre o passeio:


Questionei o Sr. Presidente, sobre se não lhe parecia que a Câmara Municipal do Seixal (CMS) podia ter uma postura mais atuante em casos potencial perigo, em defesa da segurança dos transeuntes… é que efetivamente passava ali gente.

E efetivamente... o tipo de atuação no futuro (porque nada aponta para que a mesma se altere) continua a parecer insuficiente.

Igualmente e aproveitando a deixa, e porque há outros casos, que até têm intervenção dos serviços, mas com abordagens tão díspares que levam a naturais dúvidas sobre a segurança (ou falta dela), pude referir 2 casos:
- O edifício da Mundet, no Seixal, do lado que fica virado para a Baía, foi isolado com placas de zinco (que até foram embelezadas por artistas do concelho). 
O paradoxo aqui é que o mesmo edifício é atualmente usado...! 
Constatando o que me parece óbvio:
  • se há perigo o edifício não deve ser usado;
  • se não há perigo, então não faz sentido ocupar parte do passeio da berma e da rua;

Não querendo dizer que é por contraponto, mas exemplar da falta de coerência na abordagem:
- Na Amora (zona antiga), na Rua da Mundet, existe um edifício degradado

e que até está assinalado com placas de aviso (semelhantes à da imagem)

O que é facto é que parecem não ter grande efeito... já que além das pessoas que ali passam junto à parede, há carros estacionados muito próximo do edifício.

Vejamos, se a abordagem com este tipo de placa/aviso é eficaz, então não se deveria usar o mesmo tipo de placa/aviso nas paredes isoladas ou próximas à zona isolada, no edifício da antiga fábrica da Mundet, no exemplo acima referido? 
Isolar os edifícios não é sinal de haver maior perigo, que o simples uso destas placas/avisos
E depois de isolarmos os edifícios, vamos deixar que os mesmos sejam usados?!?


E apenas por principio, que tal pensar em reabilitação urbana, na vertente de recuperação de imóveis?
Intervir, seja demolindo ou restaurando; pensar em parcerias com os proprietários, não seria de elementar bom senso?


Direi mesmo mais, e porque hoje estes casos levam a levantar questões de segurança, impõe-se perguntar: 
É preciso que de facto haja danos em terceiros (humanos ou materiais) para que algo mais se faça?


Posição da CMS sobre a obrigatoriedade de venda da participação no capital da AMARSUL


A posição da Câmara Municipal do Seixal (CMS) sobre a notificação para “Opção de venda” (ou se preferirmos, e de forma mais precisa, para a obrigatoriedade de venda) da participação no capital social da AMARSUL, no âmbito da reprivatização do EGF, decretada pelo governo, foi um dos pratos fortes na última sessão da Assembleia Municipal do Seixal.

Como é público, a deliberação do governo obriga à venda da totalidade da participação dos municípios no capital da AMARSUL desde que a(s) oferta(s) atinja(m), por ação, um valor de mínimo de 9.483 euros - é de notar que a participação da CMS corresponde a 8.63% do capital da empresa, ou seja, em termos absolutos (tendo como referencia 31 de Dez. de 2013) a CMS detém 133 770  ações, correspondentes a um valor total mínimo de 1 268 540.90 euros.

Constatando apenas o óbvio, entende-se que a tendência para privatizações é um óbvio caracterizador da direita… as pessoas têm visões diferentes do mundo; contudo, para quem diz defender uma lógica de mercado livre não me deixa de parecer incoerente que se imponha a outras entidades (neste caso os municípios) a venda de parte dos seus ativos; e ainda se fixe um valor a partir do qual essas entidades já terão obrigatoriamente de vender.

Como me parece a mim não podia deixar de ser, o PS votou (aliás com a maioria na Autarquia) contra esta decisão do governo.

A este propósito será de relembrar a declaração política apresentada em sessão anterior da Assembleia Municipal do Seixal:

Prédios com estrutura afetada

É triste mas real que em todos os concelhos há prédios abandonados e não cuidados, ainda assim pensar nas medidas para prevenir e remediar situações de perigo, bem como tentar intervir direta ou indiretamente no sentido de promover a reabilitação de edifícios degradados, ou simplesmente evitar riscos para a população fará parte das responsabilidades de uma gestão autárquica responsável.
Assim, na última sessão da Assembleia Municipal do Seixal, tive oportunidade de questionar o presidente da Câmara Municipal do Seixal (CMS) no intuito de saber que tipo de ação (se alguma tivesse sido feita), teria a CMS realizado no sentido de prevenir 2 situações concretas em Amora, de prédios com a estrutura visivelmente afetada; mais precisamente:

No largo da Rosinha, junto à USF, temos um prédio com o telhado abatido, e parcialmente isolado por estruturas metálicas da CMS:


Junto ao L’eclerc, temos um prédio cuja fachada caiu parcialmente, numa situação também isolada por delimitadores.


É preciso esclarecer que ambos os casos se tratam de propriedade privada; contudo é também verdade que, em casos de risco, as Câmaras Municipais têm o direito de agir diretamente sobre os imóveis.

Será então premente uma curta análise ás situações: em ambos os casos os prédios têm outros edifícios junto a eles, adicionalmente no 1º caso (como é aliás visível nas imagens) temos que funciona nas imediações o Espaço Associativo de Amora, e no 2º caso é visível no terreno que os tijolos provenientes da fachada do edifício não ficaram apenas na área do mesmo, espalhando-se até onde antes passavam peões (felizmente não há noticias de que no momento da queda dos mesmos lá estivesse a passar alguém).
Assim, e tendo em conta o risco associado a estas situações quis saber:
  • Se a CMS já tinha chegado à fala com os donos dos edifícios no sentido de realizar os restauros necessários;
  • Se já havia sido realizado algum parecer técnico sobre os potenciais perigos de mais derrocadas, com potenciais perigos para prédios vizinhos e/ou transeuntes
  • Se, e naturalmente aqui esta hipótese tem de ser equacionada em conjunto com o parecer anterior, a CMS colocava a hipótese de agir diretamente sobre estes casos


Em resposta o presidente da CMS remeteu apenas para a fiscalização (responsabilidade do vereador Luís Cordeiro), que referiu manter-se em cooperação com a proteção civil.

Ora, por partes: será interessante antes de mais pensar a resposta – a fiscalização é obviamente necessária, ainda assim parece-me “curto”; e por 2 razões:
- numa primeira análise (e focando o caso mais concreto), porque me faz duvidar se apenas por si é suficiente, é que no caso do 2º imóvel de que falo, os tijolos que caíram da fachada do prédio estão mesmo sobre o local onde antigamente passavam peões…!
- numa segunda análise (e pensando de forma mais abrangente), porque revela uma falta de planificação no que diz respeito a tratar a temática da reabilitação de prédios degradados (porque existem) por todo o concelho… não deveria a CMS ter uma postura mais atuante nestas questões?

Estreitamento da Rua dos Operários


No passado dia 28, na 2ªSO de 2014 da Assembleia Municipal do Seixal, aproveitando o ponto de prestação de informação da atividade da Câmara Municipal do Seixal (CMSpelo presidente da mesma, tive oportunidade de o questionar sobre a rua dos Operários, e estreitamento desta em frente ao externato “As Joaninhas”, na zona antiga de Amora (em termos de localização, posso referir que se trata da rua que sobe na direção do núcleo antigo de Amora, quando se sai do portão principal do Estádio da Medideira).

Ora acontece que esta rua:
  • é bastante estreita,
  • tem 2 faixas de calçada  nas bermas, mas parece me que são mais escoadores para a água da chuva do que propriamente passeios :
  • inclui no topo num estreitamento em que será impossível o cruzamento de, por exemplo, 2 camionetas da TST (que aí circulam nos 2 sentidos);
  • tem como perigo adicional o facto do externato “As Joaninhas” ter aí o seu portão de entrada principal, e ser habitual as pessoas, nomeadamente quando vão buscar as crianças, aí pararem os carros

Para ser mais claro, basta observar as 2 fotos do estreitamento, obtidas sobre a perspetiva de quem circula em qualquer um dos dois sentidos da rua:



Como concordará esta é uma situação de real perigo.

Por isso mesmo, a bancada do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia  de Amora já havia levantado esta questão na sessão do passado dia 25 de Fevereiro, como resposta, o presidente da Junta, o Sr. Manuel Araújo, referiu estar a ser projetado em conjunto com a Câmara uma solução baseada no terreno em frente ao externato (que é propriedade dos "Gameros"), e que consistia em se fazerem neste mesmo terreno (ou em parte do mesmo) algumas obras para resolver o problema.

Assim (e até porque na minha intervenção foi esse projeto que foquei), estranhei que, quando pedi para me esclarecer sobre:

- a natureza da intervenção pensada com a junta: se se tratava do alargamento da estrada, passeios e/ou construção de estacionamentos?
- o custo estimado (e forma de pagamento) do negócio com os proprietários – contrapartidas (eventualmente permuta de terrenos?) ou valores monetários (e quanto)?
- qual o agendamento da obra para resolver o problema

O presidente da CMS, sr. Joaquim Santos, não tenha focado minimamente este pseudo-processo/intenção.

De fato, na resposta foi apenas referida uma possibilidade levantada no passado, pela CMS, e que consistia na cedência gratuita de parte do terreno do externato para a câmara realizar algumas obras (parece me aqui pouco provável a oferta de parte do espaço em que o externato funciona, pelo proprietário, de forma gratuita).

Sendo claro: a Assembleia Municipal é o órgão fiscalizador da atividade da CMS, portanto o presidente da CMS, questionado diretamente sobre este pseudo-processo/intenção deveria dar-nos informação sobre o mesmo. A falta desta informação, torna óbvio algo preocupante:

- relativamente à Câmara Municipal do Seixal: que o executivo da  não adotou a opção referida pelo presidente da Junta, e que não tem um plano de  intervenção exequível para agir nesta matéria;

relativamente à Junta de Freguesia de Amora: que o presidente (e respetivo executivo?) assenta a sua proposta de solução deste caso numa cooperação com a câmara, que a mesma câmara não tem intenção de fazer.

Tristemente e como consequência direta:

- que a situação de perigo para a população (e até estamos a falar das imediações de um externato) se vai manter, e pior, sem perspetivas de solução no curto prazo.

E (prova-se novamente) que a autarquia precisa de uma nova gestão.


Protocolo entre o SLB e a Câmara Municipal do Seixal - alargamento do centro de estágios e obras no Estádio do Bravo

Tenho para mim, que cabe também ao poder local privilegiar as entidades que cá se instalam ou desempenham a sua atividade e com isso trazem mais-valias (ganha o nosso concelho, ganham as pessoas e ganha a entidade), contudo tenho também para mim que as cooperações entre entidades devem funcionar com bom senso e claro com rigor.
No Seixal, a instalação do centro de estágios do SLB no nosso concelho trouxe-nos claramente uma mais-valia mediática e satisfação à população, também por isso faz todo o sentido cultivar essa relação e, na medida do possível estabelecer parcerias entre as 2 partes.
Ora, na última Assembleia Municipal foi levantada a questão do protocolo sobre o estado do Bravo/alargamento do centro de estágio do SLB (aprovado em Maio de 2013) não estar a ser cumprido, de forma mais clara: em Maio de 2013 foi fornecido aos eleitos (integrado na documentação) o seguinte dossier, para discussão e votação do referido documento: 

  

Neste momento, segundo a informação dada, em sessão, pelo presidente, a responder a questões que lhe haviam sido colocadas, a parte do protocolo correspondente à cedência dos terrenos ao SLB, com vista à criação de novos campos, está a ser cumprida; a parte das obras no Estádio do Bravo não (ao que parece a condição do mesmo leva a antever custos nas obras para reabilitação superiores ao que estava previsto).
Naturalmente, estamos atentos e continuaremos a manter a nossa atenção também nesta questão, como em outras, sempre na defesa do município e da sua população.

Lagarta do Pinheiro na Escola Paulo da Gama

A escola Básica 2º e 3º Ciclos Paulo da Gama tem vivido momento de agitação em virtude de uma praga num pinheiro no seu recinto: a lagarta do pinheiro (também conhecida como “bicho da peçonha” ou processionária), como numa rápida pesquisa no google é possível verificar, conviver com esta lagartinha tem alguns riscos. Veja, por exemplo:

ou

Ora, quando localizada, esta praga pode ser tratada de forma preventiva. Neste caso específico, o problema consiste num pinheiro, e o problema é recorrente; além do mais estamos a falar de uma escola, tratar/resolver o caso é imperioso, seja com intervenção pela própria gestão escolar/agrupamento, seja pelo ministério da educação (sob alçada do qual esta escola se encontra) ou pelo poder local (cooperando com a escola ou intervindo por direito próprio face aos riscos para a saúde púbica); por isso mesmo, enquanto eleito, questionei na última Assembleia Municipal o executivo camarário sobre esta questão. A resposta foi de que a Câmara havia sido informada pela escola nesse dia (2ª feira) à tarde de que a situação já se encontrava resolvida (esta informação foi também lida, em aula, aos alunos da escola nos últimos dias e parece ser esta a versão oficial).
A verdade porém é que as lagartas continuam lá, e o incómodo e os riscos passaram a traduzir-se em casos de facto de crianças que vão parar ao Hospital.

Gostaria de saber, e porque esta é uma questão claramente assinalada, porque não se fazem os tratamentos atempadamente ou simplesmente não cortamos o referido pinheiro; a verdade é que centenário ou não, este não está claramente a “prestar um bom serviço à comunidade educativa” e podemos sempre plantar outra árvore no mesmo local.

Discussão Pública PDM - concelho do Seixal


Como pode ser visto aqui:

o Plano Diretor Municipal para o concelho do Seixal está a ser revisto e estará em discussão pública a partir de hoje (2 de Janeiro) até 28 de Março. Em termos de agendamento destacava a realização de
“duas sessões públicas de esclarecimento, com início às 18 horas, nas seguintes datas e locais:
em 17 de janeiro de 2014, no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal, e
em 28 de março de 2014, no Auditório do Mercado Municipal de Fernão Ferro.”

Sendo este um dossier de incontestável importância, não posso deixar de considerar que em termos de calendarização das sessões, apesar de se tratarem de duas 6ªs feiras, a hora de inicio (18h), leva a desvantagens relativamente a outras alternativas que poderiam facilitar/proporcionar a participação de mais gente (seria obviamente mais fácil para a maioria de potenciais interessados participarem se apontássemos, preferencialmente, para um fim de semana ou pelo menos para um pouco mais tarde).

Ainda assim, a “voz” da população pode e deve ser ouvida… Participe!  

Tomada de Posse - Ass. Municipal 2013-2017



Esta 6ªfeira dia 18 de Outubro decorreu a tomada de posse da Assembleia e Câmara Municipal do Seixal, em que, como novo eleito, fui também eu empossado – relembro que decorreram ainda nos dias 16 e 17 as tomadas de posse das Assembleias de Freguesia de Amora e Corroios, estando marcadas para os próximos dias as tomadas de posse das Assembleias de Freguesia de Fernão Ferro e da União de Freguesias de Arrentela, Paio Pires e Seixal.

Esta(s) tomada(s) de posse sinalizam para os eleitos um incremento (ou manutenção) de responsabilidade, um motivo de orgulho, um privilégio e o anunciar de um conjunto de desafios que é aliciante e desafiante num mandato de 4 anos em que iremos servir a população do Concelho do Seixal, e das suas Freguesias.
Digo uma responsabilidade, porque o mandato atribuído resulta da confiança da população no nosso partido e individualmente em cada um de nós enquanto membros de um conjunto mais vasto denominado Partido Socialista; resulta também da confiança e do trabalho de militantes e simpatizantes do PS e da JS, mas também dos independentes que trabalharam ou trabalham connosco.
Digo um orgulho, porque (e àquilo que referi anteriormente acrescento) o PS no Seixal apesar de não ter ainda conquistado nenhuma freguesia ou maioria em órgão municipal, foi servido no passado por excelentes autarcas, homens e mulheres de trabalho que sempre deram o seu melhor e cujo legado espero honrar.
Digo um privilégio, porque “o poder” deve ser usado para servir a população, e apesar de não sermos nós a maioria que rege o município, o PS sempre pugnou e continuará a pugnar pela defesa intransigente da população do concelho e dos seus interesses.
Digo que marca o início de um conjunto de desafios, porque o trabalho autárquico é exactamente isso: trabalho; sobretudo na definição de alternativas num leque de preocupações que vai desde o passivo camarário até ao mau prestar de alguns serviços, e à falta/inadequação de alguns dos meios ao dispor dos trabalhadores da Câmara - algo aliás visível em algumas situações que vão sendo divulgadas.

O país atravessa um período difícil, mas não é só a nível do governo que é possível agir. O PS, também no Concelho do Seixal, sempre esteve, está e estará ao serviço da população, ouvindo e tentando responder aos seus anseios e preocupações, ás suas necessidades e reivindicações. Estaremos sempre ao vosso serviço

Sempre convosco
com determinação

Luís Pedro Gonçalves

Cresce Sonho Azul - programa PARES

Em vésperas de eleições estamos já habituados a operações de charme da parte dos diferentes executivos… ora ainda assim há casos que acabam sim por, quando devidamente analisados, serem exemplos claros de má gestão (e no Seixal acontecem com bastante frequência).
Aqui não pude deixar de assinalar… fica a divulgação de mais uma denúncia, pelo facebook oficial do candidato do PS à C.M.Seixal:

PS Seixal escolhe candidato do PS à Câmara

A C.P.C. do PS Seixal já escolheu o candidato à Câmara Municipal do Seixal  nas eleições autárquicas de 2013- Samuel Cruz, actual vereador e candidato em 2009.


Na imprensa:

Como é que é...?!?!?!?

"(...) O DIÁRIO DA REGIÃO sabe que a autarquia, presidida por Alfredo Monteiro (CDU), suportou, ainda recentemente, os custos do aluguer de sete autocarros para transporte de centenas de manifestantes para Lisboa, no passado dia 31 de Outubro, tendo em vista a participação destes na manifestação nacional promovida pela CGTP-IN (...)"


Veja a notícia aqui:
http://www.diariodaregiao.pt/?p=15699

Editado a 14/12/2012:
Tenho a acrescentar que, enquanto deputado à Assembleia Municipal do Seixal, pelo PS,  entreguei na sessão de ontem,13 de Dezembro (6ª Sessão Extraordinária de 2012) um requerimento a pedir formalmente informação sobre este caso e outros que lhe possam ser semelhantes. Aguardo a resposta.

Editado (novamente):
Uma resposta insuficiente da CMS (e não apenas a este requerimento), que pode ser consultada aqui:
http://pt.scribd.com/doc/139600601/Resposta-CMS-ApoioProtestos

Ora, tendo o pedido inicial focado o levantamento dos diferentes apoios e não apenas deste, e sendo que havia outro requerimento com pedido de informação que entendo não foi satisfeito, voltei a pedir informação adicional e complementar que entendo deveria ter sido dada na altura:

Sendo que o acesso a informação tem natural importância, não posso deixar de referir que até ao fim do mandato não obtive resposta, e não tive qualquer contacto do novo executivo nesse sentido...  

resíduos perigosos armazenados em condições deficientes nas instalações das oficinas da CM Seixal

"O PS Seixal em comunicado refere que tomou conhecimento que existem, resíduos perigosos armazenados em condições deficientes nas instalações das oficinas da CM Seixal e considera que “esta situação é agravada pois o serviço de recolha deste tipo de resíduos foi suspenso em Abril”."


Consulte a noticia aqui:
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=25679&mostra=2