Porque nos aproximamos do 25 de Abril, achei apropriado:
( parece me óbvio... mas não estou a fazer qualquer apelo à violência
...desejo só que a memória não nos falte! )

https://pt.scribd.com/doc/246707974/Plano-Orcamento-2015-Camara-Municipal-do-Seixal
Vereadores PS na CMS - Declaração de voto
http://www.lisboaparticipa.pt/pages/orcamentoparticipativo.php/A=711___collection=cml_article
Para além da enorme confusão com a colocação dos professores a
nível nacional, o inicio do ano letivo 2014/15, no concelho do Seixal e em
termos autárquicos, tem sido marcado pela inauguração da Escola Básica com
Jardim de Infância dos Redondos (EB1/JI
dos Redondos).As preocupações de segurança são de acautelar, mas pensemos: os casos de vandalismo que (infelizmente e também tristemente) vamos vendo não precisam de motivo (ou neste caso máquina ATM) para acontecer. Os riscos de roubo são reduzidos se for aplicado, por exemplo, o sistema de segurança que leva a manchar as notas de tinta, inutilizando-as em caso de tentativa de roubo. Além disso, podemos sempre pensar na contratação de um seguro, ou até na possibilidade em contratar serviços de segurança/vigilância para o espaço…Vale (e valia) a pena estudar o tema.
"Quando, a 13 de Outubro de 1307, Filipe, o Belo, rei de França, com a conivência do Papa Clemente V, logrou concretizar a extinção dos templários, vários monarcas europeus obedeceram às instruções papais. Não foi o caso de D. Dinis. O rei português exigiu, em troca, que o Vaticano o autorizasse a criar uma nova ordem militar e religiosa, que recebeu o nome de Militar Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Temendo que, caso não acedesse à solicitação do rei português, Dinis permitisse a permanência dos templários no seu território, Clemente V aceitou. Aquele que ficou para a história como rei-poeta mas que não era, por isso, menos competente em termos políticos, não perdeu a oportunidade. Transferiu os bens templários para a novel ordem, evitando que caíssem nas mãos papais, e integrou os cavaleiros da Ordem do Templo que o desejassem na Ordem de Cristo, permitindo-lhes escapar à perseguição do Vaticano. Graças a estas medidas, Portugal manteve a capacidade militar e a cultura dos templários, ainda que agora ocultas sob outro rótulo. Seriam os templários a sugerir a plantação do Pinhal de Leiria, para drenagem das áreas pantanosas e para obter madeira para a construção de uma frota. E não foi por acaso que, quando partiram para os Descobrimentos, as naus portuguesas ostentavam nas velas a cruz templária. Mas isso são contas de outro rosário…”
Compreendo que diferentes culturas têm visões diferenciadas sobre os mesmos temas, compreendo também que haja pessoas a abraçar hábitos de que discordo. Contudo, duvido muito que as mulheres sujeitas a este tratamento tenham verdadeiramente a hipótese de escolha (seja porque não lhes seja dada a hipótese de simplesmente dizer “não” ou pelo facto de o fazer as “condenar” de forma praticamente automática a um estima social pesado no meio social onde nasceram e cresceram).